A relação entre alimentação e saúde mental é complexa e multifacetada. Embora a expressão “Você é o que você come” tenha alguma verdade no sentido de que a alimentação é fundamental para a nossa saúde física e mental, fatores psicológicos e emocionais também desempenham um papel significativo na maneira como lidamos com a comida.
Distúrbios alimentares, como anorexia, bulimia e compulsão alimentar, geralmente têm raízes psicológicas mais profundas do que apenas a escolha dos alimentos. Questões como autoestima, controle, ansiedade, traumas passados e pressão social podem influenciar negativamente a relação de uma pessoa com a comida.
É importante abordar a questão da alimentação de forma holística, levando em consideração não apenas a nutrição física, mas também o bem-estar emocional e psicológico. Buscar ajuda profissional, como de nutricionistas, psicólogos ou psiquiatras, pode ser essencial para lidar com distúrbios alimentares e cultivar uma relação saudável com a comida.

Segundo a nutricionista Fernanda Godinho sua abordagem com os clientes é ampla, tendo como principais objetivos melhorar a relação com a comida e corpo, trabalhar raízes alimentares mal resolvidas e ensinar seus pacientes a lidarem com a comida de forma segura e com autonomia para pós acompanhamento. Seu trabalho também envolve encaminhamento para psicólogo, psiquiatra, para que questões mente e corpo sejam bem assistidas.
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O vídeo abaixo, também, explica um pouco mais sobre o trabalho da Fernanda. Assista!











